quinta-feira, 12 de novembro de 2015

António Barreto (autor do documentário Portugal, Um Retrato Social)


Sociólogo e político português, António Miguel de Morais Barreto nasceu a 30 de outubro de 1942, no Porto.
Tendo-se recusado a participar na Guerra Colonial, foi obrigado a abandonar o País e o curso de Direito, que frequentava na Universidade de Coimbra desde 1960. Fez parte do chamado «grupo da Suíça», constituído por refugiados políticos portugueses, acabando por se licenciar em Sociologia, em Genebra, onde se tornou professor. Trabalhou como assistente de investigação no Instituto de Pesquisas das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social e foi membro fundador e redator da revista Polémica. Foi militante do Partido Comunista até 1968.
Consultor das Nações Unidas aquando da revolução de 25 de abril de 1974, regressou a Portugal, tornando-se no ano seguinte professor nas Universidades Católica e Nova de Lisboa.
Ingressando no Partido Socialista (PS), foi deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República (1985-1991), tendo tido a seu cargo, no I Governo Constitucional, a pasta do Comércio e Turismo, que acumulou com a da Agricultura e Pescas de novembro de 1976 a 1978. Em setembro de 1978, abandonou o PS, fundando em 1979 o Grupo dos Reformadores.
Nos últimos anos, a sua participação na vida pública tem passado sobretudo pela atividade de comentador da atualidade política e de matérias sociais, tanto na televisão como na imprensa escrita, mas dedica-se, ao mesmo tempo, à investigação. Pelo seu contributo como investigador, político e colaborador na imprensa, foi galardoado com o Prémio Montaigne em 2004.


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Francisca Lima nº15

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

OCDE piora estimativa do défice para três por cento

Foto genérica
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) piorou a estimativa do défice português para os três por cento este ano, pois considera que o aumento da receita abaixo do esperado e o aumento da despesa acima do previsto vão dificultar o alcance da meta inscrita pelo Governo.

«O Governo abrandou o ritmo de consolidação orçamental, e a despesa acima do orçamentado e um crescimento da receita mais baixo vão fazer com que seja mais difícil alcançar a meta de um défice de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015», afirma refere a OCDE nas previsões económicas de novembro, divulgadas esta segunda-feira e citadas pela SIC Notícias.

Para este ano, a organização piorou a estimativa do défice em 0,1 por cento face às previsões divulgadas no passado mês de junho, quando se antevia que o défice orçamental português atingisse 2,9 pontos percentuais este ano.

Retirado de: http://abola.pt/nnh/ver.aspx?id=581676
Por: Ana Neves Nº5  12ºC

domingo, 8 de novembro de 2015

Banco de Voluntariado da Lousã

 Quem estiver interessado em fazer acções de voluntariado pode fazer a sua inscrição em diversas entidades/organizações lousanenses (p.ex: Louzanimales, Arcil..).
Se se quiserem inscrever é fácil, a folha de inscrição está nesse link e depois podem entregá-la no Banco de Voluntariado da Lousã que é perto do Espaço J e sempre que precisarem de voluntários contactam-vos! Não custa nada e se estiverem interessados é fácil, o link é este:
 http://www.cm-lousa.pt/banco_de_voluntariado_da_lousa?m=c16

 Também podem informar-se sobre o Banco do Tempo neste link:
http://www.cm-lousa.pt/banco_de_tempo?m=c37


Beatriz Costa, nº2
JAPÃO



Japão é um país insular da Ásia Oriental. Localizado no Oceano Pacífico, a leste do Mar do Japão, da República popular da China, da Coreia do Norte, da Coreia do Sul e da Rússia, que se estende do Mar de Okhotsk, no norte, ao Mar da China Ocidental, China Oriental e Taiwan, ao sul. 

As características que compõem o seu nome significam "Origem do Sol", razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a "Terra do Sol Nascente".

O Japão é um arquipélago constituído por 6852 ilhas, cujas quatro maiores são Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku, representando em conjunto 97% da área terrestre nacional. A maior parte das ilhas são montanhosas, com muitos vulcões como, por exemplo, os Alpes japoneses e o Monte Fuji. 
O Japão possui a décima maior parte do Mundo, com cerca de 128 milhões de habitantes. 

Bruno Correia Nº10 12ºC

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Educação no Japão
No Japão a educação é uma prática ancestral, pois já antecede ao próprio exercício da escrita chinesa que teve início no século VI. No princípio a educação limitava-se à aristocracia, elite da sociedade japonesa.
Por meio desta estrutura educacional aproximadamente 40% dos japoneses já eram alfabetizados quando, em 1868, foi deflagrada a Restauração Meiji.
A Era Meiji (1868-1912) instituiu um novo sistema educacional baseado em moldes franceses, alemães e americanos. Em 1872 institui-se  no Japão o sistema de escolas primárias, secundárias e foram criadas as primeiras universidades tornando-se rapidamente centralizadas pelo estado.
A aprendizagem nestas escolas tinha um caráter moralista, promovia o nacionalismo ,a lealdade ao imperador, a obediência e a amizade.

Atualmente

O atual sistema educacional japonês foi estabelecido pelos americanos, após a 2ª Guerra mundial. Consistia em 6 anos de escola elementar (shōgakkou), 3 anos de ginásio (chūgakkou), 3 anos de colégio (koukou), e mais 2 anos de ensino técnico superior (tankidaigaku ou kareji ), ou 4 anos de universidade (daigaku).


Curiosidades 
As aulas começam às 8:30  e terminam às 15:50 . No ensino elementar as aulas duram 45 minutos, a partir do ginásio as aulas duram 50 minutos. Os alunos vão à escola aos sábados duas vezes por mês, das 8:30 até as 12:30. Oficialmente há 35 semanas de aula por ano.

Fonte: www.culturajaponesa.com.br
Francisco Mingachos 12ºC

quarta-feira, 4 de novembro de 2015


Reconstrução do Japão depois da Segunda Guerra Mundial 


Logo após a Segunda Guerra Mundial, as relações entre os Estados Unidos e o Japão foram norteadas pelo Plano Colombo. Esse plano, cuja intenção era manter o Extremo Oriente sob a esfera de influência norte-americana, baseou-se em empréstimos voltados para a reconstrução do capitalismo japonês. Nessa época, os Estados Unidos impuseram ao Japão condições bastante duras, como a proibição de militarizar-se. Mas as imposições não transformaram o país numa economia periférica do capitalismo mundial. Ao contrário, permitiram uma política de desenvolvimento económico muito bem-sucedida.
Entre os princípios dessa política, podem ser destacados:
  • Elevada qualificação profissional da mão de obra;
  • Construção de grandes e modernos navios, que baratearam o frete para os distantes mercados consumidores do Ocidente.
Em poucas décadas, uma notável expansão industrial conduziu o Japão à segunda posição entre as maiores economias do mundo. Na década de 1980, o lucro das indústrias fortaleceu o sistema financeiro do país. No final dessa década, dos dez maiores bancos mundiais, oito eram japoneses.

Beatriz Correia 12ºC
Fonte: http://www.clickescolar.com.br/reconstrucao-do-japao-apos-a-segunda-guerra.htm



Fatores que contribuiram para a ascensão do Japão

O Japão optou pelo caminho do crescimento económico via industrialização. Por causa da sua limitação quanto à disponibilidade de matérias-primas e face à desvalorização do dólar, o Japão viu-se obrigado a promover um ajuste na sua economia baseado principalmente numa opção pelos setores de tecnologia eletrónica de ponta e na própria estrutura de gestão da produção, que resultou num enorme aumento de produtividade, fazendo com que o país alcançasse já na década de 80 o “domínio do mercado mundial de novos produtos de consumo de massa e, sobretudo, de novos equipamentos” que “serviu de ponte para uma nova rota de industrialização capaz de resistir à instabilidade do dólar e do mercado internacional” (Tavares, 1996; 28). O Japão começava, no fim dos anos 70, a fortalecer-se no mercado internacional, quebrando o domínio americano herdado do pós-guerra. 

https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20120327122323AA257Qn

Ana Neves N.5