Blog dirigido pela turma 12ºC no âmbito da disciplina de Economia C. 2015/2016
domingo, 22 de maio de 2016
Vinhos de Portugal à conquista do mercado chinês
Após a primeira viagem de negócios à China, Mariana Mesquita, gerente de exportação de uma empresa de vinhos portuguesa, já compreendeu que o mercado chinês tem "grande potencial", mas que exige "muita persistência e paciência".
Na China, o vinho é muitas vezes designado de "Faguojiu" (literalmente álcool da França, em chinês), ilustrando o domínio que aquele país tem no mercado local, onde chegou já na década de 1980. Portugal é o oitavo maior fornecedor, atrás de países como Espanha, Itália e África do Sul.
Margarida Santos
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/vinhos_de_portugal_a_conquista_do_mercado_chines.html
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Bruxelas critica desequilíbrios excessivos na economia portuguesa
São várias as críticas a Portugal, reveladas hoje num relatório da Comissão Europeia: à reversão da privatização da TAP, ao aumento do salário mínimo e ao elevado nível da dívida pública.
O relatório que avalia a situação económica portuguesa reconhece progressos, mas são também muitas as críticas.
Os técnicos de Bruxelas dizem que "a inversão parcial da privatização da TAP pode implicar riscos orçamentais suplementares". Também a reversão das concessões dos transportes urbanos de Lisboa e Porto é vista como um retrocesso.
O aumento do salário mínimo merece avisos. Dizem os técnicos que pode aumentar a pressão salarial, com o risco de afetar as perspetivas de emprego e de competitividade.
Outra preocupação diz respeito à dívida pública que continua muito elevada, a rondar os 130% do PIB. Neste ponto, os técnicos deixam críticas também ao anterior governo. Defendem que em 2015 houve um "relaxamento" que levou à deterioração do saldo estrutural.
O documento adianta que, sem esforços adicionais de consolidação orçamental e reformas estruturais, será muito difícil reduzir a dívida.
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2016-02-26-Bruxelas-critica-desequilibrios-excessivos-na-economia
Margarida Santos nº4
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Almofada de liquidez deverá chegar a 7400 milhões no final de 2016
Com as emissões de dívida pública previstas para este ano e as reservas de financiamento já acumuladas pelo IGCP(entidade pública a quem compete, nos termos da lei, assegurar o financiamento e efetuar a gestão da dívida pública direta do Estado Português), a almofada de financiamento do Estado no final de 2016 deverá ser de 7400 milhões de euros. Se a projeção da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) se concretizar, Portugal entra em 2017 com 43% das necessidades de financiamento asseguradas para o ano seguinte.
O valor previsto para a reserva de financiamento foi comunicado aos investidores numa apresentação feita pelo IGCP sobre o Orçamento do Estado para 2016, na semana em que a proposta foi aprovada na generalidade no Parlamento.
http://www.publico.pt/economia/noticia/almofada-de-liquidez-devera-chegar-a-7400-milhoes-no-final-de-2016-1724302
Margarida Santos
domingo, 14 de fevereiro de 2016
O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, concordaram em intensificar a cooperação diplomática e de outras naturezas para chegar a um acordo sobre a Síria
Encontro sobre a Síria
As grandes potências concordaram na sexta-feira (12) com um plano destinado a quebrar o impasse na Síria através da introdução de um fim gradual das hostilidades e de ajuda humanitária rápida, de forma a criar condições para a retomada das negociações de paz. O grupo, porém, não estabeleceu uma data para um cessar-fogo completo.
O acordo surgiu a partir de um encontro realizado nesta quinta-feira (11) em Munique, na Alemanha, do Grupo Internacional de Apoio à Síria, do qual participam representantes dos Estados Unidos, da Rússia e de outros 12 países.
Segundo o secretário de Estado americano, John Kerry, o acordo determina a "cessação de hostilidades" na Síria, a começar em uma semana. A medida não inclui os ataques contra o Estado Islâmico ou outros gupos terroristas que atuam na Síria.
Divergências
O anúncio do acordo não significa o fim das divergências entre as potências sobre o caminho para a paz na Síria.
Kerry cobrou a saída do presidente Bashar al-Assad, ao dizer que "sem transição política, não é possível alcançar a paz." A Rússia, entretanto, não mostrou até o momento interesse em que o governante deixe o poder, segundo diplomatas.
O chanceler russo, Sergei Lavrov, também ressaltou que o país vai manter os ataques áreos em território sírio que, segundo Moscou, têm como alvo o Estado Islâmico e outros grupos terroristas. Para os EUA, entretanto, esses golpes têm atingido grupos de oposição a Assad e que são apoiados por países ocidentais.
O ministro das relações exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, afirmou que os Estados Unidos e a Rússia devem coordenar de maneira mais próxima as ações militares no país.
As grandes potências concordaram na sexta-feira (12) com um plano destinado a quebrar o impasse na Síria através da introdução de um fim gradual das hostilidades e de ajuda humanitária rápida, de forma a criar condições para a retomada das negociações de paz. O grupo, porém, não estabeleceu uma data para um cessar-fogo completo.
O acordo surgiu a partir de um encontro realizado nesta quinta-feira (11) em Munique, na Alemanha, do Grupo Internacional de Apoio à Síria, do qual participam representantes dos Estados Unidos, da Rússia e de outros 12 países.
Segundo o secretário de Estado americano, John Kerry, o acordo determina a "cessação de hostilidades" na Síria, a começar em uma semana. A medida não inclui os ataques contra o Estado Islâmico ou outros gupos terroristas que atuam na Síria.
Divergências
O anúncio do acordo não significa o fim das divergências entre as potências sobre o caminho para a paz na Síria.
Kerry cobrou a saída do presidente Bashar al-Assad, ao dizer que "sem transição política, não é possível alcançar a paz." A Rússia, entretanto, não mostrou até o momento interesse em que o governante deixe o poder, segundo diplomatas.
O chanceler russo, Sergei Lavrov, também ressaltou que o país vai manter os ataques áreos em território sírio que, segundo Moscou, têm como alvo o Estado Islâmico e outros grupos terroristas. Para os EUA, entretanto, esses golpes têm atingido grupos de oposição a Assad e que são apoiados por países ocidentais.
O ministro das relações exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, afirmou que os Estados Unidos e a Rússia devem coordenar de maneira mais próxima as ações militares no país.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/02/putin-e-obama-acertam-cooperacao-para-implementar-acordo-sobre-a-siria-20160214090503880455.html
Margarida Santos 12ºC
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Notas de 500 podem ter os dias contados
"Estamos a refletir sobre a questão e vamos tomar uma decisão proximamente", disse Benoît Coeuré, membro da direção do BCE, ao jornal francês "Le Parisien", que o questionava sobre o futuro da nota de 500 euros, a nota de maior valor disponível nos 19 países da zona euro.
"As autoridades competentes suspeitam cada vez mais que (as notas de 500 euros) são utilizadas para fins ilícitos, um argumento que não podemos ignorar", explicou Coeuré.
As notas de 500 euros - que representam apenas 3% do número de notas em euros em circulação, mas 28% do valor das mesmas segundo estatísticas do BCE - permitem transportar discretamente enormes montantes.
O papel das notas de 500 euros na circulação de dinheiro 'sujo', a corrupção e o financiamento de atividades ilegais é cada vez mais apontado, numa altura em que a União Europeia (UE) decidiu reforçar a ação de luta contra o financiamento do terrorismo, pressionada designadamente pela França.
A Comissão Europeia indicou no início de fevereiro que queria "trabalhar com o BCE e todas as partes envolvidas para ver se era necessária uma ação específica sobre este assunto".
"Do meu ponto de vista, os argumentos a favor da manutenção da nota de 500 euros em circulação são cada vez menos convincentes", declarou Coeuré.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=5024711
Diana Dias nº13
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Testemunho de Waris Dirie
Com Waris Dirie não foi diferente. "Desmaiei muitas vezes. É impossível descrever a dor que se sente", disse em entrevista ao G1 a hoje modelo e ativista contra a mutilação genital feminina. Dirie nasceu num vilarejo da Somália e foi circuncidada aos cinco anos.Após conseguir fugir de um casamento arranjado pelo seu pai aos 13 anos, ela foi parar a Londres, onde chamou a atenção de um fotógrafo. Dirie tornou-se modelo internacional e uma ativista contra a circuncisão feminina.
Ana Trindade Nº7
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/07/e-impossivel-descrever-dor-diz-modelo-sobre-circuncisao-feminina.html
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
O dia 6 de fevereiro, Dia
Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, foi escolhido
para denunciar esta prática que ainda existe em pelo menos 28 países de África
e do Médio Oriente, como ainda na Ásia e em comunidades emigrantes na Europa,
América do Norte e Austrália.
O que é a Mutilação Genital Feminina?
A mutilação genital feminina (MGF) é uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos. Há vários tipos, que por sua vez têm gravidadas diferentes. Segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais. Uma das práticas de maior gravidade – chamada infibulação - consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris, deixando uma abertura pequena para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15 % das mutilações em África são infibulações.
A MGF é levada a cabo em várias idades, desde depois do nascimento até à primeira gravidez, tendo a maioria lugar entre os quatro e oito anos.
O que é a Mutilação Genital Feminina?
A mutilação genital feminina (MGF) é uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos. Há vários tipos, que por sua vez têm gravidadas diferentes. Segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais. Uma das práticas de maior gravidade – chamada infibulação - consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris, deixando uma abertura pequena para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15 % das mutilações em África são infibulações.
A MGF é levada a cabo em várias idades, desde depois do nascimento até à primeira gravidez, tendo a maioria lugar entre os quatro e oito anos.
Como é praticada a MGF?
A MGF pode ser realizada em clínicas por médicos, mas mesmo desta maneira, com anestesia, trata-se de mutilação genital feminina. No entanto, a maioria dos casos são realizados por mulheres da comunidade em que vive a mulher ou criança, com instrumentos de corte inapropriados (faca, caco de vidro, ou navalha). Estes instrumentos são raramente esterilizados e anestesiados, podendo levar à transmissão da SIDA ou HIV, ou à morte. Em casos de infibulação, podem ser usados pontos ou espinhos para “manter” os lábios vaginais juntos, tendo as raparigas de ter as pernas atadas durante quarenta dias.
A MGF pode ser realizada em clínicas por médicos, mas mesmo desta maneira, com anestesia, trata-se de mutilação genital feminina. No entanto, a maioria dos casos são realizados por mulheres da comunidade em que vive a mulher ou criança, com instrumentos de corte inapropriados (faca, caco de vidro, ou navalha). Estes instrumentos são raramente esterilizados e anestesiados, podendo levar à transmissão da SIDA ou HIV, ou à morte. Em casos de infibulação, podem ser usados pontos ou espinhos para “manter” os lábios vaginais juntos, tendo as raparigas de ter as pernas atadas durante quarenta dias.
A MGF não é um costume inofensivo. Causa danos físicos e
psicológicos irreversíveis, podendo ainda levar à morte de raparigas de todas
as idades. Esta mutilação viola o direito da jovem a desenvolver-se
psico-sexualmente de um modo saudável e natural. O que também deve ser
considerado são os custos do tratamento contínuo devido às complicações físicas
e psicológicas. A MGF é uma ofensa grave aos direitos humanos em geral, e aos direitos
da mulher e criança, em especial.
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&id=48:mutilacao-genital-feminina-perguntas-frequentes&Itemid=73
Margarida Santos 12ºC
domingo, 24 de janeiro de 2016
Eleições Presidenciais 2016
Eleições Presidenciais 2016
No dia 24 de janeiro de 2016, mais de nove milhões de portugueses foram chamados às urnas para eleger o novo presidente da república, sucessor de Cavaco Silva.
Apesar da grande taxa de abstenção (cerca de 52%), já habitual nas eleições dos últimos tempos, o candidato Marcelo Rebelo de Sousa do PSD conseguiu a maioria dos votos, tendo sido escolhido por mais de 2 milhões de portugueses.
Fonte: Tvi24
Liliana Almeida nº20
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
A Amnistia Internacional é um movimento que congrega pessoas de todo o mundo que se envolvem em campanhas para que os direitos humanos internacionalmente reconhecidos sejam respeitados e protegidos.
Acreditam que os abusos dos direitos humanos em qualquer lado são problema de todos.
Assim, trabalham para melhorar a vida das pessoas através de campanhas e de solidariedade internacional.
A sua missão é investigar e agir de modo a prevenir e a pôr fim a abusos de direitos humanos e exigir justiça para aqueles cujos direitos tenham sido violados.
Relacionando esta organização com o filme "Desert Flower" assistido na aula:
A Amnistia Internacional criou, em 2014, uma Rede Europeia Fim à MGF, que foi lançada oficialmente em 2015 e que pretende continuar o seu trabalho este ano.
Aqui estão algumas das áreas em que a rede continuará a trabalhar:
- Assegurar a implementação e avaliação do Plano de Ação da Comissão europeia para pôr fim à MGF
- Facilitar a partilha de recursos e boas práticas
- Convenção do Conselho da Europa para prevenir e combater a violência contra as mulheres e a violência doméstica
Esta campanha europeia, liderada pela Amnistia Internacional da Irlanda, trabalha em colaboração com várias organizações em Estados Membros da União Europeia (UE).
A Associação para o Planeamento da Família e a Amnistia Internacional Portugal integram por Portugal o Grupo de ONG parceiras desta campanha.
A campanha tem por objectivo colocar a mutilação genital feminina (MGF) no topo da agenda da UE e dar voz a mulheres e raparigas que sofreram MGF e às que estão em risco. A campanha advoga o reconhecimento dos direitos humanos e tentará persuadir as instituições da UE a assegurar que a UE adopta uma abordagem abrangente e coerente para pôr termo à MGF.
A campanha tem por base e defende o reconhecimento dos princípios duma abordagem baseada nos direitos humanos. Esta abordagem considera a MGF uma violação dos direitos humanos, destina-se a apoiar as pessoas sujeitas de direitos (mulheres e raparigas que sofreram ou estão em risco de sofrer MGF) e procura uma participação activa e significativa de quem é directamente afectada por essa prática.
A MGF é uma manifestação de violações de direitos humanos baseadas no género que pretende controlar a sexualidade e autonomia das mulheres, e que são comuns a todas as culturas. Embora impressionante devido à sua gravidade e dimensão, a MGF não pode ser encarada isoladamente. Fazer campanha para pôr fim à MGF contribui para o avanço dum espectro mais amplo dos direitos das mulheres e raparigas.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, UNICEF e UNFPA, estima-se que cerca de 3 milhões de mulheres e crianças correm risco de mutilação todos os anos.
Fontes: http://www.amnistia-internacional.pt/
Diana Dias Nº13
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Desert Flower Foundation
- A Missão
"A Mutilação Genital Feminina (MGF) preocupa-nos a todos. É um crime que é cometido em muitos países.""Com a minha campanha mundial pretendo sensibilizar todos para esta prática cruel. Quero contribuir com tudo o que puder para torná-lo possível e finalmente erradicar a MGF em todo o mundo. "
- Waris Dirie
- Exigências
- Informar e fornecer provas
- Leis sem lacunas e a sua aplicação estrita
- Proteção eficaz das crianças
- Obrigação de relatar os casos
- MGF como motivo suficiente para asilo, em todo o mundo!
- Cobertura na vocação profissional
- Prevenção
- Diálogo com os Governos
- Maior investigação da MGF - Desert Flower: a Instituição
No dia 11 de setembro de 2013 o primeiro centro da Desert Flower Foundation foi inaugurado em Berlim. - Torna-te num Embaixador da DFF
Não são apenas as doações que ajudam na luta contra a MGF. Qualquer um que debata o assunto está a contribuir para a erradicação desta prática cruel. Descobre como podes contribuir aqui. - NÃO TE ESQUEÇAS DE DOAR!!
Visita o site oficial aqui e ajuda esta causa!
"Every FGM victim needs to get the help she needs"
Francisca Lima nº15
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Waris Dirie
Waris Dirie
''Nascida em 1965, aos três anos de idade sofreu mutilação genital. Waris Dirie fugiu da aldeia em que vivia com a família aos doze anos de idade, um dia após saber que seria obrigada por seu pai a se casar com um velho homem de 60 anos, do qual seria a quarta esposa. Na época, atravessou sozinha um dos desertos somalis inteiro, sofrendo com fome e sede e ficando com vários ferimentos nos pés, dos quais até hoje têm cicatrizes. Conseguiu chegar até a capital de seu país, Mogadíscio, onde encontrou a sua avó que após algum tempo conseguiu que sua neta fosse levada a Londres para trabalhar como empregada na Embaixada da Somália.
Passou a adolescência apenas trabalhando na Embaixada, sem sair da casa onde esta se localizava, por isso mal aprendera a falar o idioma inglês. Após o término de uma Guerra na Somália todos da Embaixada foram convocados a retornar ao país. Waris Dirie foge pelas ruas de Londres e com ajuda de uma mulher ,chamada Mariley que tornou-se sua amiga, conseguiu emprego num café. Lá, enquanto trabalhava, foi observada por Terence Donovan, um grande fotógrafo, que a lançou no mundo como modelo. Waris Dirie converteu-se numa defensora da luta pela erradicação da prática da Mutilação Genital Feminina e atualmente é embaixadora da ONU. Escreveu vários livros sobre suas vivências e foi tema de um filme "Flor do Deserto", lançado em 2010 no Brasil. Existe uma fundação com seu nome, da qual é fundadora.''
Miriam Santos 12ºC nº25
fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Waris_Dirie
http://www.unmultimedia.org/s/photo/detail/117/0117043.html
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Flor do Deserto
"Flor do Deserto"
"Flor do Deserto" (Desert Flower) é o nome do filme realizado por Sherry Hormann, que retrata o grave problema da mutilação genital que permanece até aos dias de hoje. Inspirado na história verídica de Waris Dirie (à direita da imagem), publicada em livro em 1998, foi adaptado ao cinema em 2009, mostrando aos milhões de espetadores a história de uma mulher somali, como tantas outras, cujos direitos mais básicos foram retirados apenas por causa da sua cultura.
A atriz e modelo que deu vida à personagem foi Liya Kebede (à esquerda da imagem), de 37 anos.
Atualmente, Waris Dirie, de 50 anos, é embaixadora da ONU desde 1997 e luta pelos direitos das mulheres em África. No festival de Veneza, Waris comentou “O mundo sabe que estas mutilações são erradas, mas até agora não se fez muita coisa. Não entendo por que o mundo fica só a olhar. Em algum lugar do mundo uma menina está a ser mutilada agora. Amanhã, o mesmo destino espera mais outra menina”.
O seu esforço valeu-lhe também prémios e distinções como o título de Mulher do Ano atribuído pela Glamour em 2000, o World Social Award 2004, o Prémio Oscar Romero 2004 e o título de Cavaleira da Legião de Honra de França.
Todos os anos, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), por volta de três milhões de meninas são vítimas de mutilação genital.
Liliana Almeida nº20
Fonte(s): https://pt.wikipedia.org/wiki/Waris_Dirie
http://www.janelasabertas.com/2014/01/03/livro-flor-do-deserto-de-nomade-a-modelo-e-embaixadora-da-onu/
http://relacoesinternacionais.com.br/2015/03/09/flor-do-deserto-o-direito-internacional-da-mulher-e-os-dh-nas-telas-pensando-a-mutilacao-genital-feminina/
https://en.wikipedia.org/wiki/Desert_Flower_(film)
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Luxemburgo lidera o Ranking de 1923€ e a Bulgária tem o mais baixo de 184€
No ranking dos 28 Estados-membros da União Europeia ocupamos a 11ª posição.
Portugal está entre os países da União Europeia com salários mínimos mensais entre os 500 e os 1.000 euros, ficando a meio da tabela, na 11.ª posição, com uma remuneração mínima de 589 euros por mês.
De acordo com o Eurostat, a 01 de janeiro de 2015, 22 dos 28 Estados-membros da União Europeia tinham salário mínimo, os quais oscilavam entre os 184 euros por mês na Bulgária e os 1.923 euros no Luxemburgo.
Em Portugal, o salário mínimo é de 505 euros mas - tal como em Espanha e na Grécia, por exemplo - é pago 14 vezes ao longo do ano. Assim, para garantir que os valores são comparáveis, o Eurostat considera um valor anual do salário mínimo, mas pago apenas em 12 meses, pelo que o valor para Portugal é de 589 euros.Portugal está no grupo de países com salários mínimos mensais entre os 500 e os 1.000 euros, juntamente com a Grécia (684 euros), Malta (720 euros), Espanha (757 euros) e a Eslovénia (791 euros), sendo o país desta categoria com a remuneração mínima mensal mais baixa.Com salários mínimos ainda mais baixos estão outros 10 países: a Bulgária (184 euros), a Roménia (218 euros), a Lituânia (300 euros), a República Checa (332 euros), a Hungria (333 euros), a Letónia (360 euros), a Eslováquia (380 euros), a Estónia (390 euros), a Croácia (396 euros) e a Polónia (410 euros).No lado oposto da tabela estão os restantes sete países, que têm um salário mínimo superior aos 1.000 euros mensais, sendo o grupo liderado pelo Luxemburgo (1.923 euros), seguindo-se a Bélgica e a Holanda (1.502 euros), a Alemanha (1.473 euros), a Irlanda (1.462 euros), França (1.468 euros) e o Reino Unido (1.379 euros).Estes números indicam que há uma grande disparidade de país para país em termos absolutos, mas revelam também que estas diferenças são "consideravelmente menores" se forem eliminadas as diferenças do nível de preços.Tendo em conta a paridade de preços, a disparidade entre salários mínimos mensais passa de um rácio de 1 para 10 para um rácio de 1 para 4, segundo o gabinete de estatísticas europeu.Ainda assim, mesmo em paridade de preços, Portugal continua a estar a meio da tabela, tendo o 10.º salário mínimo mais baixo entre os 22 países.A Bulgária continua a ser o país com salário mínimo mais baixo e o Luxemburgo mantém-se como o país em que esta remuneração é mais elevada entre os países da União Europeia, eliminando as diferenças do nível de preços.As estatísticas do Eurostat indicam ainda que, em termos relativos, os salários mínimos de Portugal e de França correspondem a 60% das remunerações médias de cada país, ao passo que na República Checa e na Estónia equivalem a 40% e em Espanha a 41%.Comparando com os valores registados em 2008, verifica-se que os salários mínimos mensais aumentaram em todos os Estados-membros, exceto na Grécia (caíram 14%) e na Irlanda (mantiveram-se).Os países em que o salário mínimo mensal mais aumentou foram na Roménia (95%), na Bulgária (64%), na Eslováquia (58%) e na Letónia (57%), sendo que, em Portugal, o salário mínimo aumentou 19% entre 2008 e 2015.
Fonte: http://www.dn.pt/dinheiro/interior/luxemburgo-lidera-1923-euros-bulgaria-esta-no-fim-da-lista-184-euros-portugal-e-11--4920411.html
Cristiana Graça nº12
No ranking dos 28 Estados-membros da União Europeia ocupamos a 11ª posição.
Portugal está entre os países da União Europeia com salários mínimos mensais entre os 500 e os 1.000 euros, ficando a meio da tabela, na 11.ª posição, com uma remuneração mínima de 589 euros por mês.
De acordo com o Eurostat, a 01 de janeiro de 2015, 22 dos 28 Estados-membros da União Europeia tinham salário mínimo, os quais oscilavam entre os 184 euros por mês na Bulgária e os 1.923 euros no Luxemburgo.
Em Portugal, o salário mínimo é de 505 euros mas - tal como em Espanha e na Grécia, por exemplo - é pago 14 vezes ao longo do ano. Assim, para garantir que os valores são comparáveis, o Eurostat considera um valor anual do salário mínimo, mas pago apenas em 12 meses, pelo que o valor para Portugal é de 589 euros.Portugal está no grupo de países com salários mínimos mensais entre os 500 e os 1.000 euros, juntamente com a Grécia (684 euros), Malta (720 euros), Espanha (757 euros) e a Eslovénia (791 euros), sendo o país desta categoria com a remuneração mínima mensal mais baixa.Com salários mínimos ainda mais baixos estão outros 10 países: a Bulgária (184 euros), a Roménia (218 euros), a Lituânia (300 euros), a República Checa (332 euros), a Hungria (333 euros), a Letónia (360 euros), a Eslováquia (380 euros), a Estónia (390 euros), a Croácia (396 euros) e a Polónia (410 euros).No lado oposto da tabela estão os restantes sete países, que têm um salário mínimo superior aos 1.000 euros mensais, sendo o grupo liderado pelo Luxemburgo (1.923 euros), seguindo-se a Bélgica e a Holanda (1.502 euros), a Alemanha (1.473 euros), a Irlanda (1.462 euros), França (1.468 euros) e o Reino Unido (1.379 euros).Estes números indicam que há uma grande disparidade de país para país em termos absolutos, mas revelam também que estas diferenças são "consideravelmente menores" se forem eliminadas as diferenças do nível de preços.Tendo em conta a paridade de preços, a disparidade entre salários mínimos mensais passa de um rácio de 1 para 10 para um rácio de 1 para 4, segundo o gabinete de estatísticas europeu.Ainda assim, mesmo em paridade de preços, Portugal continua a estar a meio da tabela, tendo o 10.º salário mínimo mais baixo entre os 22 países.A Bulgária continua a ser o país com salário mínimo mais baixo e o Luxemburgo mantém-se como o país em que esta remuneração é mais elevada entre os países da União Europeia, eliminando as diferenças do nível de preços.As estatísticas do Eurostat indicam ainda que, em termos relativos, os salários mínimos de Portugal e de França correspondem a 60% das remunerações médias de cada país, ao passo que na República Checa e na Estónia equivalem a 40% e em Espanha a 41%.Comparando com os valores registados em 2008, verifica-se que os salários mínimos mensais aumentaram em todos os Estados-membros, exceto na Grécia (caíram 14%) e na Irlanda (mantiveram-se).Os países em que o salário mínimo mensal mais aumentou foram na Roménia (95%), na Bulgária (64%), na Eslováquia (58%) e na Letónia (57%), sendo que, em Portugal, o salário mínimo aumentou 19% entre 2008 e 2015.
Fonte: http://www.dn.pt/dinheiro/interior/luxemburgo-lidera-1923-euros-bulgaria-esta-no-fim-da-lista-184-euros-portugal-e-11--4920411.html
Cristiana Graça nº12
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Young Business Talents
Bem, o nosso grupo constituído pelo Miguel, Tiago Martins, Francisco e Beatriz Correia conseguiu inscrever-se no Young Business Talents e tomar as decisões (relativamente) corretas de modo a que chegámos aos oitavos de final. No entanto ainda há um longo caminho a percorrer até alcançarmos, pelo menos, a fase onde recebemos os diplomas de participação...As meias-finais. Decidimos, por bem, atualizar a turma acerca do nosso progresso no blog de modo a que acompanhem o mesmo. No entanto este concurso não era tão fácil como nós pensávamos nem o simulador é tão "atrativo" como também pensávamos. Está claro que o simulador está destinado a "quase profissionais" de Economia pois para fazer decisões exatas e corretas em todos os sentidos necessitávamos, além dos estudos de Economia, os de Gestão. Ainda assim comprometemos-nos a manter-nos firmes conforme as nossas possibilidades. Atualizaremos o progresso da equipa brevemente.
Miguel Simões
Tiago Martins
Francisco Mingachos
Beatriz Correia
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Deco anuncia fraude na Black Friday
A Associação de Defesa do Consumidor (Deco) verificou 1862 produtos de sete lojas online e confirmou que pelo menos um em cada 20 tinham aumentado de preço antes da sexta-feira de grandes descontos, a Black Friday. Assim, foi violada a Lei das Práticas Comerciais Desleais e a Lei dos Saldos e Promoções.
“O televisor LG 55UF770V da Worten registou um aumento de 60% uns dias antes da Black Friday. O preço inicial era de 1099 euros, subiu para 1799 euros e na Black Friday foi vendido a 1439,20 euros”, denunciou a associação, através de um comunicado.
A situação pode ter levado os consumidores a adquirir um produto por acreditar que está a poupar, quando não está: “O televisor LG 32LF5610 na Radio Popular custava 319,99 euros a 16 de novembro, mas nos dias seguintes apresentava um preço de 399,99 euros. Na Black Friday, o mesmo televisor custava 359,99 euros. Portanto, o preço do televisor subiu cerca de 80 euros, para descer quase 40 euros na Black Friday. Analisando os preços, ganhava mais em comprar a 16 de novembro”.
A Deco denunciou o caso à ASAE e à Direção-Geral do Consumidor, solicitando que sancionem as empresas em causa. As coimas podem chegar aos 45 mil euros por cada caso denunciado.
A instituição defendeu, ainda, que é importante a “divulgação do preço mínimo praticado nos 30 dias anteriores ao desconto e/ou promoção anunciado e, no online, a apresentação gráfica da variação dos preços praticados nos últimos 30 dias”. Por fim, deixou um conselho aos consumidores, para consultarem e compararem vários preços “antes da compra de um produto que implique um investimento mais avultado”.
http://www.movenoticias.com/2015/12/deco-denuncia-fraude-na-black-friday/
Ana Neves N°5
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Porsche Mission E será produzido em série
O ‘concept’ Porsche Mission E, apresentado em Setembro, será produzido até final da década, anunciou o construtor. Parte do grupo Volkswagen, o construtor do 911 posiciona-se assim no lado “verde” da indústria.
“Estamos afincadamente a assumir o desafio da mobilidade eléctrico. Mesmo com desportivos somente movidos a baterias”, afirma o presidente do Conselho de Administração do construtor, Oliver Blume. Há algumas semanas, já no auge do escândalo das emissões, o grupo Volkswagen lançou o seu novo plano de acção, no qual já indicava pretender apostar nos eléctricos na Porsche e apontava armas à extensão da autonomia para a casa das centenas de quilómetros.
As baterias que alimentam os 600 cv do Mission E atingirão “mais de 500 km”, assegura a Porsche, que promete aceleração até aos 100 km/h em 3,5 segundos e um carregamento rápido das baterias de iões de lítio, com 80% da carga pronta em 15 minutos.
O Mission E levará à criação de 1.000 novos postos de trabalho na fábrica de Zuffenhausen, na qual serão investidos cerca de 700 milhões de euros.
Fontes:
-> http://economico.sapo.pt/noticias/porsche-electrico-com-600-cv-vai-mesmo-avancar_236723.html
-> https://www.google.pt/search?q=porsche+mission+3&rlz=1C1VFKB_enPT663PT663&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwi6yvmMzMrJAhXBPxoKHbDHCngQ_AUIBygB&biw=1280&bih=699#imgrc=83qwOsWLl14QlM%3A
Tiago Martins, Nº28
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Nova nota de 20 euros
Foi no dia 25 de novembro do presente ano que foi anunciada e posta em circulação a nova nota de 20 euros da série "Europa". Além da diferença no desenho e na adição de alguns elementos que referenciam os alargamentos desde 2002 como o mapa no verso, a nova nota também tem vários elementos de segurança que protegem-na de crimes de falsificação, por exemplo. A nota de 20 euros é a terceira lançada nesta série "Europa" sendo que, para além desta, também já foram lançadas as notas de 5 euros e 10 euros. Daqui a alguns meses provavelmente verificar-se-á o lançamento de uma nova nota de 50 euros.
Aqui fica a imagem da nova nota de 20 euros e dos seus elementos de segurança:
Fontes:
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Tiago Martins, Nº28
Aqui fica a imagem da nova nota de 20 euros e dos seus elementos de segurança:
Por curiosidade também deixo um vídeo acerca do ciclo das notas do Euro:
Fontes:
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Tiago Martins, Nº28
Volkswagen garante empréstimos para fazer face às consequências do "Dieselgate"
A Volkswagen conseguiu o apoio de 13 bancos, que se propuseram disponibilizar, cada, entre 1,5 e 2,5 milhões de euros, no sentido da viabilização do seu objectivo de levantar no mercado 20 mil milhões de euros. A informação é avançada pela Reuters, que cita três pessoas ligadas ao processo. A entrada de capital extra, numa altura em que a companhia enfrenta processos judiciais de entidades estatais e clientes, vem auxiliar o construtor a fazer face aos custos decorrentes das potenciais multas, indemnizações, regularização fiscal e das reparações nos automóveis afectados pelo excesso de emissões poluentes. Aquele que é o maior escândalo dos quase 80 anos de vida do construtor e que já levou à saída de um presidente (Martin Winterkorn), originou o corte de ‘rating’ da Volkswagen AG e encareceu a forma habitual de obter recursos através do mercado de dívida. Explica a Reuters que a Volkswagen espera deste empréstimo e das colocações de obrigações um custo extra de cerca de 150 milhões de euros em pagamentos de cupão e ‘fees’.
Fontes:
Tiago Martins, Nº28
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